Quem atende
Boas respostas começam
com boas perguntas
Psicólogo clínico especialista em Neuropsicologia e em Análise do Comportamento. Atendo em Brasília e online para todo o Brasil.

Felipe Raulino de Souza Rippel
Por que eu trabalho assim
Sou psicólogo clínico, especialista em Neuropsicologia e em Análise do Comportamento, registrado sob o CRP 01/22085. Atendo no Edifício Multiempresarial, em Brasília, e online para pacientes de todo o Brasil.
Minha prática é orientada por evidências científicas e por uma convicção central: psicoterapia eficaz é aquela que tem objetivos claros, prazo estimado e critérios explícitos de encerramento. A falta de clareza sobre o alvo é uma das principais razões pelas quais tanta gente sente que as sessões giram no mesmo lugar. É a primeira coisa que resolvo no meu consultório.
O que a Análise do Comportamento oferece
A Análise do Comportamento não tem uma teoria da personalidade como outras abordagens, e isso não é uma falta; é uma escolha. O foco está nas contingências: nas relações entre o que você faz e o ambiente em que faz. Eu não tento mudar ninguém por dentro. Investigo o que mantém ou modifica o comportamento, e trabalho aí.
Sentimentos são um ótimo ponto de partida, mas não o destino final da terapia. Funcionam como sinais do que está acontecendo entre a pessoa e o seu ambiente. A ansiedade, por exemplo, costuma indicar uma contingência aversiva, algo que se evita ou se teme. O trabalho começa pelo sentimento e se aprofunda nas relações que o sustentam.
O objetivo terapêutico, no fim das contas, não é o comportamento em si: são as consequências que transformam a vida da pessoa. Ampliar repertório significa comunicar-se, expressar o que sente, pedir ajuda, estabelecer limites. É isso que devolve flexibilidade diante das situações que antes faziam sofrer. E pensar também é comportamento: identificar problemas, gerar alternativas e decidir sem paralisar são coisas que se aprendem.
O que a Neuropsicologia oferece
A avaliação neuropsicológica existe para responder a perguntas sobre funcionamento cognitivo com método. Ela tem quatro pilares: entrevista clínica, testes neuropsicológicos, observação do comportamento durante o exame e escalas de sintomas. A entrevista é o pilar mais importante: é dela que saem as hipóteses diagnósticas e a escolha dos instrumentos.
Os testes costumam ser supervalorizados. Um adulto com TDAH e alta escolaridade pode ter desempenho normal no teste de atenção sustentada e ainda assim ter o transtorno. Salvo em casos específicos, como demências, transtornos da aprendizagem e deficiência intelectual, o DSM não estabelece resultado de teste como critério diagnóstico. O que sustenta uma conclusão é o conjunto.
Escrevo isso porque o laudo neuropsicológico é um documento psicológico: pode ir para a escola, para o médico, para a Justiça. Ele exige cuidado na elaboração e clareza sobre o que se afirma e sobre o que não se pode afirmar. Por isso cada laudo é escrito caso a caso. Nunca em série.

Quem eu atendo
Crianças, adolescentes, adultos e idosos, com foco em transtornos do neurodesenvolvimento, transtornos do humor, transtornos de ansiedade e avaliação aprofundada das funções cognitivas. A psicoterapia é para adultos, presencial em Brasília ou online para todo o Brasil. A avaliação neuropsicológica é presencial e acontece aos sábados: o dia em que a sala fica reservada para um único caso.
E nem todo mundo precisa de avaliação. “Quero me conhecer melhor” não é indicação: existem outros caminhos para isso. Dizer isso faz parte do trabalho.
Por que existe o canal
Gravo e escrevo sobre o que aparece no consultório, com a bibliografia citada na descrição de cada vídeo, para quem quiser conferir a fonte. Não é psicologia como entretenimento, e não simplifico ao ponto de distorcer. Opiniões mudam. Evidências constroem conhecimento.
Formação e registro
Credenciais
Sobre o método
No que este trabalho se apoia
A bibliografia que orienta a prática está citada na descrição de cada vídeo do canal. Estas são as principais referências.

Referências do método
- Lezak, M. D., Howieson, D. B., Bigler, E. D. & Tranel, D. (2012). Neuropsychological Assessment. Oxford University Press.
- Tranel, D. (2009). The Iowa-Benton school of neuropsychological assessment. Oxford University Press.
- Malloy-Diniz, L. F., Mattos, P., Abreu, N. & Fuentes, D. (2016). Neuropsicologia: aplicações clínicas. Artmed.
- Hayes, S. C., Strosahl, K. D. & Wilson, K. G. (2012). Acceptance and Commitment Therapy. Guilford Press.
- De-Farias, A. K. C. R. (2018). Teoria e formulação de casos em análise comportamental clínica. Artmed.
- American Psychiatric Association (2022). DSM-5-TR. Artmed.
Boas respostas começam com boas perguntas
Se você chegou até aqui com alguma coisa na cabeça, ela já é um bom ponto de partida.
Quem responde sou eu. Sem compromisso.
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